domingo, 11 de julho de 2010

segunda-feira, 14 de junho de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

Grécia Antiga



Atenas foi a cidade-estado mais forte de todas.
Atena é a Deusa de Atenas, ela é a Deusa da sabedoria e da cultura.
Foram os gregos que enventaram os jogos olímpicos, o teatro, a arquitetura, a democracia ao contrário dos espartas que só são guerrilheiros.
As cidades atuais da Grécia foram construidas em cima das antigas, e quando houve a Guerra de Peloponeso que foi com as cidades aliadas de Esparta contra as cidades aliadas de Atenas as cidades se autodestruiram, dando a oportunidade dos outros países invadir a Grécia. Homero foi quem escreveu um livro sobre essa Guerra, chamado Ilíada. O escritor e poeta foi um homem lendário, ninguém sabe se ele realmente existiu, mas sabem o que escreveu.
Os Gregos eram politeistas, ou seja, acreditavam em vários Deuses, e quanto mais Deuses existiam também aumentavam o número de sacerdotes. O lugar onde eles fazem suas orações se chama Acropole.
Pericles foi como um prefeito da cidade, foi ele quem criou um templo religioso chamado Partenon que é a arquitetura mais importante de Atenas. Pericles também foi um ótimo orador, foi ele quem inventou a democracia e defendia os cidadões que entrassem para a política. Para ser cidadão era preciso ter a mãe nascida na cidade de Atenas, assim como o pai, e as mulheres não eram consideradas cidadãs.
O papel feminino era apenas reproduzir e cuidar do corpo, assim como os homens que malhavam muito ao nascer do sol, e se alguma criança nascer com deficiência é morta.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Museu Egipsio




O Museu Egípcio e Rosacruz foi criado em 1990 e possui a missão de proporcionar ao seu visitante uma viagem à antiguidade egípcia, através do roteiro de suas exposições de longa duração. Ele compreende a iniciativa da Ordem Rosacruz – AMORC de contribuir para o processo educativo cultural da comunidade onde se encontra inserido. É formado por réplicas, que visualmente causam a mesma impressão que as peças originais expostas em diversos museus do mundo. Esses objetos foram elaborados pelos artistas plásticos Eduardo D'Ávila Vilela, Luis César Vieira Branco, Tathy Zimmermann, Christopher Zoellner, e contribuição dos artistas Moacir Elias Santos e Aylton Tomás. Além disso, possui em seu acervo a múmia de uma dama egípcia, apelidada de Tothmea, e que provavelmente habitou o Antigo Egito há 2500 anos atrás. Também possui um espaço dedicado a mostras temporárias de diversas temáticas, sempre visando os aspectos educativo-culturais.

Museu de Bagdá




Após o fim da guerra no Iraque, enquanto os arqueólogos do mundo inteiro lamentavam a perda de peças valiosíssimas do Museu de Bagdá, um pequeno grupo de funcionários guardava um segredo que só foi revelado meses depois: em locais bem escondidos, milhares de antiguidades foram salvas da voracidade dos ladrões.A devoção destes empregados evitou que o museu fosse saqueado por inteiro. Hoje, as vitrines do museu arqueológico de Bagdá continuavam vazias, enquanto as peças escondidas permanecem "em um lugar seguro", apenas conhecido por um grupo reduzido de pessoas."Protegemos milhares de peças, cerca de 8.000, em quartos escondidos, invisíveis para os ladrões. Eu mesmo disse: sou o diretor deste museu e devo me comportar assim. Juramos sobre o Alcorão que não diríamos nada e passaram dois meses antes de falar sobre esta questão com os americanos", explicou Jaaber Jelil Ibrahim, diretor-geral do patrimônio de antiguidades no Iraque."Para eles, éramos só forças de ocupação. Foi difícil convencê-los", declarou Pietro Cordone, encarregado de Cultura na administração provisória da força de coalizão no Iraque.

Museu de Israel 2










O Museu de Israel Jerusalém, realizador exposição, foi fundado em 1965 e assumiu rapidamente um papel de destaque como museu de arte e arqueologia em Israel, devido ao seu amplo escopo e à qualidade de sua coleções e exibições – permanentes e temporárias, além da beleza de seu espaço físico e da vasta gama de atividades desenvolvidas nos seus espaços diariamente.
O Museu de Israel conta com um número impressionante de tesouros culturais originais. São cerca de 500.000 objetos de arte, arqueologia e etnografia, representando a história da cultura do mundo por milhares de anos. O número anual de visitantes chegou a cerca de 950 mil pessoas, sendo 100 mil crianças e um terço formado por turistas internacionais.

Museu de Israel





O Museu de Israel é sem dúvida alguma a maior e mais atrativa instituição cultura do país, considerado como um dos museus mais importantes do mundo em artes e arqueologia. Esta instituição foi fundada no ano de 1965 e hoje é composto de diversos setores como o de Arte Betzalel, a de arqueologia Bronfman e de Judaísmo e Etnia Judaica, bem como o setor Ruth especialmente voltado para os jovens.
O museu conta também com o maior acervo do mundo de objetos arqueológicos bíblicos e da Terra Santa como por exemplo os famosos Manuscritos do Mar Morto. Em apenas 40 anos de história o museu conseguiu colecionar um acervo de mais de 500.000 objetos graças ao apoio de diversas instituições internacionais nesta área. Entre as obras mais raras e de maior valor no museu estão os rolos dos manuscritos do Mar Morto, os mais antigos do mundo antigo que datam do de desde o século II A.C até o final do primeiro século. Os manuscritos contém partes da Biblia Hebraica e além disso outros manuscritos considerados apócrifos. O Santuário do Livro, ou como é conhecido em português Museu do Livro é o lugar onde são abrigados os Manuscritos do Mar Morto, além de ser um centro de informação e estudos sobre o assunto.

Museu da Mesopotâmia



O primeiro-ministro do Iraque, Nouri al-Maliki, reabriu o Museu do Iraque, que documenta a trajetória do Homem das cavernas ao berço da civilização, a Mesopotâmia.Quando os americanos invadiram o Iraque, em 2003, cerca de 15 mil objetos foram roubados do museu, alguns deles incomparáveis e de valor incalculável, durante a onda de saques em Bagdá.As tropas americanas não receberam ordens para intervir.Representantes do museu afirmam que cerca de um terço dos artefatos roubados foi recuperado no país. Embora alguns considerem a reabertura prematura, a mostra é considerada impressionante.

Museu Cairo no Egito


Museu Cairo

O Museu Egípcio do Cairo é um dos mais fantásticos museus no mundo inteiro. É um grande edifício onde se exibem os tesouros da História egípcia antiga, dando-nos as evidéncias da maravilhosa capacidade mental e habilidade artística do Homem egípcio antigo. De verdade, antes da chegada da Campanha Françesa, liderada pelo celebre general Napoleão Bonaparte, ao Egipto, em 1798, a História Antiga do Egipto ficou por séculos quase desconhecida e cheia de muita confusão e ambiguidade. A Expedição Françesa trouxe mais de 165 eruditos e cientistas em todas as especialidades para estudarem todos os aspectos da vida egípcia; a geografia, zoologia, geologia, história, religião, tradições, leis etc. Aqueles cientistas mostraram grande vontade e entusiasmo em estudar todo o egípcio, sobretudo a História e os monumentos antigos. Sem dúvida, o encanto e a grandeza de tais monumentos atrairam muitos deles a percorrer quase todas as regiões do território egípcio sobretudo no Alto-Egipto. Os monumentos egípcios antigos foram o maior campo de estudo e pesquisa para alguns desses historiadores e eruditos. Uns anos depois, surgiu o trabalho do historiador e pintor francês Vivian Dinon que andou encantado pelas maravilhas egípcias sobretudo no Alto-Egipto, e enfim o seu trabalho resultou num livro valioso intitulado “Viagens para o Baixo e Alto-Egipto ” publicado em Páris em 1803. Também graças a outros eruditos franceses que vieram com a Expedição Françesa que realizaram uma grande obra que compreende todos os aspectos da vida no Egipto do seculo XVIII, publicando o livro famoso intitulado ,“Descripcione del’ Egypte” que contem nove vólumes de investigações e onze de pinturas e ilustrações. Uns anos mais tarde, um episódio histórico normal, orientou a uma grande descoberta ; o deciframento dos segredos da História Egípcia Antiga. O achamento de uma pedra preta conhecida como “A pedra de Rosetta ” resultou, logo, no deciframento da Língua Egípcia Antiga, um acontecimento critical na História da humanidade, e assim as escrituras gravadas nas paredes dos templos e os túmulos nos forneceram grandes dados sobre a história, civilização, e religiãoe arte no antigo Egipto.

Os Hebreus

A característica mais marcante da civilização hebréia foi o monoteismo.
Os ensinamentos de Deus foram postos no livro sagrado dos judeus que é a primeira parte da bíblia, po chamado "antigo testamento", especialmente a Torá.
De acordo com a bíblia, os judeus descendem do patriarca Abraão. Foi ele quem recebeu a orientação de Deus para levar os judeus até a "Terra Prometida", Canaã (onde hoje esta Israel).
A fuga (chamada de Êxodo) foi liderada por Moises.
O jovem hebreu Davi derrotou o grandalhão filisteu golias com uma pedra.
Depois da morte do rei Davi, o trono foi ocupado por Salomão.
Salomão aumentou os impostos para construir o grande templo de Jerusalém.
A disperção da população judaica foi chamada de diáspora.

terça-feira, 27 de abril de 2010

"O Egito Antigo"

Os historiadores ainda não tem certeza de quem inventou a escrita, mas acham que foi por volta de 3.500 aC. na Mesopotâmea ou talvez, no Egito.
Os historiadores dizem que a fase da pré-história de um povo acaba quando ele passa autilizar a escrita.
No Antigo Império foram contruidas as grandes pirânides. Entretanto, os faraós não conseguiram manter sua autoridade sobre todos os nobres, o que levou ao enfraquecimento da autoridade.
No Médio Império, os faraós restauram o poder. Nessa época, o Egito conquistou a Núbia, região sul do Nilo habitada por povos de pele muito escura. Esse período se esncerrou quando os egípcios foram invadidos pelos hicsos.
No Novo Império os hicsos foram expulsos. Agora os egípcios também tinham carruagens de guerra e armas de bronze. Com essa força avançaram sobre o rio Rufrates, a Palestina e a Síria.
Os escribas eram uma das pucas pessoas que sabiam ler e escrever. Estudavam em escolas do Estado. Faziam a contabilidade real, ou seja, controlavam os gastos do palácio do Faraó. Também registravam os feitos do governante. Muitas coisas que eles escreveram servem de fontes para os historiadores atuais!